A história do Pretinho básico

Há quase 80 anos o vestido preto, surpreende por sua versatilidade, sofisticação, poder e sensualidade, o pretinho básico se tornou um clássico mundial. Mas já se perguntaram como ele conquistou o guarda roupa feminino?

Antes dos anos 20, as jovens não podiam usar roupas pretas e as senhoras apenas o vestiam no período de luto.

Mas em 1926 a revista Vogue publicou um desenho do vestido criado pela estilista Coco Chanel onde começou a chamar atenção do publico feminino, o primeiro entre vários que a estilista iria criar ao longo de sua carreira.

O preto era considerado como cor do pecado e do sobrenatural, do ascetismo, do luto e dos góticos.

E durante a Segunda Guerra Mundial, as mulheres começaram a sair para trabalhar fora de casa, durante este período as roupas para o dia tornaram-se mais sérias e o vestido preto se tornou perfeito para aquela situação. Mas o modo simples e econômico de se vestir acabava junto com a guerra. Em 1947 o estilista francês Dior ressuscitou a idéia de Chanel lançou um novo look valorizando as curvas femininas, em 1950 o vestido preto era, com golas e luvas brancas, usado com um colar de pérolas, sapatos coloridos e uma estola de pele, esta roupa se tornou conhecida como uniforme das mulheres.

Mas foi somente na década de 60 e 70 que o vestido preto se tornou realmente famoso ele foi usado por Jacqueline Kennedy, por Audrey Hepburn, vestindo o figurino criado pelo estilista francês Hubert Givenchy para o filme “Bonequinha de Luxo” (1961), e pela atriz Jane Birkin.

O “pretinho básico se tornou imortalizado por Coco Chanel e Audrey Hepburn, e nunca perdeu a majestade.

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