Um pouco sobre a história da lingerie

Antigamente as lingerie eram apenas uma peça protetora das partes intimas, quase sempre era escondida Mas hoje ela é usada também como elemento de sedução, formada por calcinhas, sutiãs, cintas – ligas, espartilhos e algumas outras peças, a lingerie desperta todo tipo de fantasias.

No princípio, quase sempre escondida. No séc. XV ao XVI, a roupa intima feminina ficou ainda mais rígida, pois nesta época que surgiu os espartilhos, usados por mais de quatro séculos, causando um grande desconforto Ele apertava o ventre, afinava a cintura tudo para satisfazer a obrigação de ostentar uma “cinturinha de vespa”. E deixava os seios com aspecto de cones. Esta peça era construída, com uma haste, que muitas vezes era feita de madeira de buxo ou marfim. Mas este modelo começou a causar polêmica entre médicos esclarecidos, pois comprimiam o órgãos internos, causando entrelaçamento de costelas e até a morte. O sutiã, ao contrário da função que exerce hoje, de deixar o corpo da mulher mais bonito e sexy era usado no século 20 para achatar os seios e empurrá-los para baixo. E no século XIX as calcinhas, eram ceroulas, que iam até abaixo dos joelhos.

Como podemos observar lingerie passou por uma série de transformações ao longo do tempo, acompanhando as mudanças culturais e as exigências de uma nova mulher que foram surgindo, principalmente durante o século XX. Quando a moda era roupas justas e cinturas marcadas, lá estava o sutiã com armações de metal, cintas e corpetes para moldar o corpo feminino.

Por fim, nos anos 80, a diva Madonna trouxe de volta os espartilhos, dessa vez, mais como acessório de moda, do que prisão feminina.  E foi com o apoio dela, que as lingeries se integraram à moda. E apartir de então as coleções de lingerie passaram a seguir o calendário fashion, e ter ciclo de vida curto, de acordo com as estações.

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